não lido bem com separações, rompimentos e outras avenças. tenho uma dificuldade enorme em colocar pontos finais nas minhas histórias, e quando consigo é da maneira mais fria possível: finjo que nunca aconteceu nada e trato a pessoa como mais um amigo. isso vale pra amizades, relacionamentos e afins.
ruby e eu já tentamos brigar uma vez, mas como nos amamos muito e somos duas panacas, logo nos vimos dando risada da situação ridícula em que nos colocamos. o que aconteceu vez é bem diferente, (e nao tem nada a ver com a ruby!) porque eu não queria que fosse assim, porque não queria que as coisas mudassem, mas eu não consigo ser diferente. acho que é uma maneira (a minha) de fugir, ou de encarar a situação, colocando uma pedra sobre tudo o que aconteceu e sigo adiante, ou seja, varro tudo pra debaixo do tapete, ao invés de encarar a dor de frente. certamente, trata-se de um mecanismo arcaico de defesa ou de auto sabotagem, e preciso aprender a lidar com essas questões, pra não magoar as pessoas que eu amo.
é mais um item pra minha listinha de coisas a fazer durante as férias: repensar minha estratégia de auto defesa. :)
quarta-feira, agosto 25, 2010
terça-feira, agosto 24, 2010
Madamices 2

O Cliente parecia nervoso. Entrou na tenda da Madame Tiririca sem Peruca, sentou, aguardou os vários “hóuns”...
MTSP - Fale o que lhe afligue.
Cliente - Madame, recebi uma intimação do Fiscal da Secretaria da Receita Federal a respeito das declarações de impostos de renda dos últimos 3 anos que eu não entreguei. A Senhora acha que eu devo comparecer à repartição de Jeans ou de Terno?
MTSP – Bem meu caro... Digo a você a mesma coisas que minha sábia mãezinha me disse quando lher perguntei se na minha noite de núpcias eu devia usar uma calcinha de renda ou uma calcinha de seda.
Cliente – E o que ela disse madame??
MTSP – Ela disse solenemente: “Tanto faz! Ele vai te foder de qualquer jeito!”
segunda-feira, agosto 23, 2010
para r.
sentiu seu coração apertar quando o viu chegar, porque sabia que aquela noite não terminaria como as outras. dentro dela, só cabia uma idéia: fazer o que era certo. olhou pra dentro de si, pros fantasmas ao seu redor e pensou "mas que droga!" - como se a poesia e o romantismo tivessem morrido.
na verdade, o que morreu um pouco foi ela mesma, ao enxergar suas escolhas como quem enxerga a própria vida de outro ângulo, e entender que ainda não estava pronta pra deixar o passado ir embora. e que ainda havia muito o que resolver e desapegar, antes de seguir seu caminho.
consciente de sua escolha, encarou-o e disse o que pensava; no fundo torcendo para que ele discordasse, argumentasse, tentasse convencê-la do contrário, mas nada disso aconteceu, e ela sentiu seu coração, entre dolorido e aliviado, lhe dizer que havia feito a coisa certa. e que nunca iria faltar amor.
na verdade, o que morreu um pouco foi ela mesma, ao enxergar suas escolhas como quem enxerga a própria vida de outro ângulo, e entender que ainda não estava pronta pra deixar o passado ir embora. e que ainda havia muito o que resolver e desapegar, antes de seguir seu caminho.
consciente de sua escolha, encarou-o e disse o que pensava; no fundo torcendo para que ele discordasse, argumentasse, tentasse convencê-la do contrário, mas nada disso aconteceu, e ela sentiu seu coração, entre dolorido e aliviado, lhe dizer que havia feito a coisa certa. e que nunca iria faltar amor.
quinta-feira, agosto 19, 2010
Blog em Festa!!
quinta-feira, agosto 12, 2010
quem vai querer voltar pro ninho?
Segunda eu completo trinta e poucos anos e entro em um novo ano, uma nova vida, uma nova fase. Acredito que o aniversário representa o fim de um ciclo e o início de outro. Assim, experimentamos, várias vezes, o processo da largarta que se transforma em borboleta: o inferno astral é quando a gente está se preparando pra sair do casulo. Se é que vcs me entendem.
Como eu to num momento particularmente difícil da minha vida, resolvi voltar pros braços queridos, que me aninharam, consolaram e enxugaram minhas lágrimas tantas vezes, e vou passar uns dias com a Ruby em SJC. Pra curar as dores da alma. Porque só uma grande amiga é capaz de milagres como esse.
Segura aê, amora, que eu to chegando!
Como eu to num momento particularmente difícil da minha vida, resolvi voltar pros braços queridos, que me aninharam, consolaram e enxugaram minhas lágrimas tantas vezes, e vou passar uns dias com a Ruby em SJC. Pra curar as dores da alma. Porque só uma grande amiga é capaz de milagres como esse.
Segura aê, amora, que eu to chegando!
domingo, agosto 01, 2010
o bom jogador é aquele que sai de cena com elegância: assume a derrota e deixa a sala sem expressar emoção alguma. é aquele que, na eminência do xeque mate, desiste de lutar e entrega os pontos.
a vida é um jogo estranho, sem vencedores ou perdedores - entre as pessoas, não existem ganhadores ou perdedores porque invariavelmente quem ganhou hoje perderá amanhã.
e sem mais delongas, quero dizer pros meus amigos que eu entreguei os pontos, porque não sei mais o que ou como fazer pra resolver essa confusão que virou a minha vida. preciso tomar uma atitude, mas não sei por onde começar.... preciso de uma solução mágica, uma passagem de ida pra Marte, um copo de veneno.... preciso ressignificar o passado pra entender o presente.
preciso aprender tudo de novo...
a vida é um jogo estranho, sem vencedores ou perdedores - entre as pessoas, não existem ganhadores ou perdedores porque invariavelmente quem ganhou hoje perderá amanhã.
e sem mais delongas, quero dizer pros meus amigos que eu entreguei os pontos, porque não sei mais o que ou como fazer pra resolver essa confusão que virou a minha vida. preciso tomar uma atitude, mas não sei por onde começar.... preciso de uma solução mágica, uma passagem de ida pra Marte, um copo de veneno.... preciso ressignificar o passado pra entender o presente.
preciso aprender tudo de novo...
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